Instalando o VirtualBox no OpenSUSE 12


Neste post mostrarei como instalar o VirtualBox no OpenSUSE 12.2, mas os mesmos passos são válidos para as versões 11.4 e 12.1. Se caso também desejar instalar no Fedora, leia este post

O VirtualBox é uma ferramenta extremamente poderosa para a criar e gerenciar máquinas virtuais de diversos sistemas convidados como por exemplo MS-DOS, Windows 3.x, Windows 9x e superiores, diversas distribuições Linux outros sistemas operacionais derivados do UNIX.

Para iniciar a instalação, é necessário primeiramente abrir um terminal e entrar com o usuário root com o seguinte comando:

su -

Após entrar como root, verifique qual é a versão do kernel que está sendo utilizada no momento com o comando:

# uname -a

O que no meu caso gerou a seguinte saída

Linux minhamaquina.meudominio 3.4.6-2.10-desktop #1 SMP PREEMPT Thu Jul 26 09:36:26 UTC 2012 (641c197) x86_64 x86_64 x86_64 GNU/Linux

Vamos agora instalar as dependências do VirtualBox

# zypper install kernel-desktop kernel-desktop-devel kernel-source kernel-syms gcc make

Após esta instalação, feche todos os programas ativos e salve o seu trabalho e reinicie a máquina;
Novamente abra o terminal e entre com o usuário root

Efetue o download e o registro da chave pública do VirtualBox com os seguintes comandos:

# wget -q http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/oracle_vbox.asc
# rpm --import oracle_vbox.asc

Agora habilite os repositórios do VirtualBox no seu sistema, vale salientar que as versões 12.1 e 12.2 utilizam os mesmos repositórios que a versão 11.4 para este programa.

# cd /etc/zypp/repos.d/
# wget http://download.virtualbox.org/virtualbox/rpm/opensuse/11.4/virtualbox.repo

Finalmente iremos instalar o VirtualBox em si com o seguinte comando

# zypper install VirtualBox-4.2

Após a instalação certifique-se de que o módulo do kernel vboxdrv é carregado:

# modprobe vboxdrv

E para inicializar o módulo do kernel vboxdrv juntamente com o sistema durante o boot informe o seguinte comando:

# insserv vboxdrv

E para finalizar a instalação, é só adicionar os usuários ao grupo vboxusers com o sequinte comando:

usermod -a -G vboxusers nome_do_usuario

 

Agora é possível já executar o VirtualBox, clicando no atalho gerado por ele na lista de programas ou via terminal com o comando

virtualbox

 

Até a próxima

Anúncios

Mandriva define o nome da fundação – OpenMandriva


Nos meses anteriores a Mandriva S.A. estava passando por algumas situações difíceis que ameaçavam a continuidade da distribuição Linux Mandriva, chegando ao ponto de pedir que a Comunidade de usuários Linux escolhesse um novo nome para a distribuição.

Entre as diversas opções de nomes que foram oferecidas e também aos que a Comunidade indicou, a distribuição Mandriva Linux poderá ser chamada de OpenMandriva por dois motivos:

  • Foi o nome mais votado da enquete (3.097 votos)
  • Era um desejo da Mandriva S.A.

Uma observação, este nome (OpenMandriva) é o nome da fundação, podendo ser um nome provável para a distribuição que será destinada a Comunidade após a análise da Mandriva S.A.

Fonte: blog da comunidade Mandriva

Criptografia de senhas no MySQL


Em muitos sites e outros sistemas informatizados existe a opção de cadastro e autenticação de usuários, e é sempre bom manter um nível alto de segurança em tais aplicações, o qual deve ter um cuidado cada vez maior dependendo do ramo que ela atua, como por exemplo sites de Internet Banking e outros.

Neste post irei mostrar alguns dos recursos voltados para a criptografia de dados  existentes no MySQL.

AES_ENCRYPT

Criptografa o dado com algoritmos simétricos (AES) que só pode ser descriptografada se a chave informada para recuperar o dado for igual a chave utilizada para criptografar.

Este comando possui a seguinte sintaxe:

AES_ENCRYPT('texto a ser criptografado', 'chave criptográfica')

Exemplo:

INSERT INTO usuarios(login, senha) VALUES ('meuusuario', AES_ENCRYPT('minha_senha123*', 'ASKASKSDJVS106DVSDJAHDLDSDFSBGXHG');

AES_DECRYPT

Sua função é descriptografar a sequencia que foi criptografada com o comando AES_ENCRYPT.

A sintaxe do comando é esta:

AES_DECRYPT('dado a ser descriptografado', 'chave criptográfica')

Exemplo:

Para recuperar a senha do usuário ‘meuusuario’ podemos utilizar a seguinte consulta:

SELECT AES_DECRYPT(senha, 'ASKASKSDJVS106DVSDJAHDLDSDFSBGXHG') FROM usuarios WHERE login = 'meuusuario'

PASSWORD

Esta função não é bem uma criptografia, ela na verdade embaralha os valores e até o presente momento não é possível recuperar o valor original da string.

Sua sintaxe é:

PASSWORD('string a ser embaralhada')

Exemplo

INSERT INTO usuarios(login, senha) VALUES('mynewuser', PASSWORD('mypassword'));

Para recuperar a mesma é só por comparações (tentativa/erro)

SELECT * FROM usuarios WHERE login = 'mynewuser' AND senha = PASSWORD('mypassord');