Como remover um arquivo permanentemente no Linux


Muitas vezes é necessário apagar algum arquivo e ter a certeza que ninguém vai possuir acesso às informações contidas nele, como é o caso de lista de usuários e suas respectivas senhas, números de cartões de crédito, entre outras informações sigilosas.

Nos sistemas operacionais Linux, muitos conhecem o comando “rm” que é utilizado para apagar arquivos e diretórios por linha de comando. Mas poucos sabem que esta forma de exclusão não remove o arquivo de forma permanente, pois ele permite que programas especializados em recuperar documentos obtenham tais arquivos.
Portanto, se o seu objetivo é  jamais recuperar ou permitir a recuperação do arquivo, utilize o comando shred.

$ shred -u -n <numero de interações> nome_do_arquivo

-n número de interações ou gravações

-u remove o arquivo

O comando também pode ser utilizados para apagar um HD inteiro

# shred -n <numero de interações> -z <device>

-z significa que o último padrão a ser gravado será zero, ou seja, zera tudo, incluindo o MBR;

<device>: ponto de montagem do dispositivo a ser apagado, ex: /dev/sda, /dev/hda

Para mais opções do comando, consulte o manual

$ man shred

Até a próxima

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Monitorando arquivos via programação


Neste post mostrarei como monitorar arquivos e diretórios utilizando os recursos que a plataforma .NET oferece.

Para iniciar, vamos criar um novo projeto Console Application no Visual Studio.

Dê um nome para este projeto, no meu caso eu chamei de VigiaArquivos.

A nível didático iremos monitorar a criação, alteração e deleção de arquivos de texto que estão dentro de uma determinada pasta do usuário.

Importe o namespace System.IO com a seguinte instrução:

using System.IO;

Isto permitirá utilizar as classes que trabalham com arquivos e diretórios, onde é possível criar novos, alterar, remover e assim por diante, mas neste post vamos trabalhar com a classe FileSystemWatcher  ajustando a propriedade Path para informar o caminho do diretório  e a propriedade Filter que irá definir quais extensões de arquivos será monitorado. Continue lendo “Monitorando arquivos via programação”

Dropbox ganha novos investidores


A Dropbox, uma empresa de compartiulhamento de arquivos em nuvem  anunciou em seu Twitter nesta segunda-feira dia 02/04 que o vocalista da banda U2, Bono Vox e seu guitarrista The Edge se tornaram os novos investidores da companhia, a qual não revelou a quantia cedida pelos músicos.

 

Fonte: G1

O que esperar do Fedora 17?


Os membros do Fedora Engineering Steering Committee (FESCo), responsáveis por decisões dos aspectos de desenvolvimento técnico do Fedora, aceitaram uma série de novos recursos propostos pelos desenvolvedores da distribuição Linux para sua versão 17. No estado atual das coisas, o projeto planeja tentar novamente migrar o sistema de arquivos padrão para Btrfs na nova versão da distribuição, com lançamento programado para maio de 2012. Essa mesma transição foi discutida para o Fedora 16, mas foi adiadapois o sistema de arquivos não atendeu aos critérios essenciais para permitir a mudança. Por exemplo, a existência de uma ferramenta capaz de conferir e reparar partições Btrfs; tal ferramenta ainda é um requisito, e sua ausência pode fazer com que o projeto adie mais uma vez a transição.

A lista de novos recursos aceitos para o Fedora 17 inclui também o plano para armazenar todos os aplicativos e bibliotecas sob o diretório /usr/. Isso significa que os diretórios /lib/, /lib64/, /bin/ e /sbin/ se tornarão obsoletos; contudo, por razões de compatibilidade, esses diretórios serão substituídos com o vínculos simbólicos apontados para os subdiretórios apropriados do /usr/. Essas medidas de reestruturação permitirão a geração de instantâneos (snapshots) atômicos do sistema de arquivos quando são realizadas atualizações; isso permitirá que usuários que encontrarem dificuldades com as atualizações possam retornar à antigas versões do sistema, sem perder quaisquer alterações que tenham realizado nos diretórios /etc/ e /var/. Também tornará mais simples integrar o /usr/ em modo somente leitura (read-only) ou acessar um compartilhamento /usr/ de múltiplos sistemas. O diretório usr pode ser armazenado em um disco separado mas deve ser montado pelo initramfs quando o sistema é inicializado. Os desenvolvedores voltaram atrás em seu plano original de eliminar, também, a diferenciação entre os diretórios /usr/bin/ e /usr/sbin/.

Com a versão 17, os desenvolvedores do Fedora também planejam remover o ConsoleKit e, ao mesmo tempo, introduzir suporte automático a “multi-seat”. Também estão nos planos que todos os serviços sejam inicializados através do gerenciador systemd, e que o GNOME Shell seja funcional em sistemas sem aceleração 3D.

Fonte: http://www.linuxnewmedia.com.br/lm/noticia/o_que_esperar_do_fedora_17

Liberando a execução de Scripts no PowerShell


Olá, neste post mostrarei como liberar, escrever e executar scripts escritos em PowerShell.

Primeiramente, para aqueles que não conhecem o PowerShell, eleé uma  ferramenta baseada scripts em linha de comando para automatização de tarefas administrativas de máquinas locais ou remotas que utilizam os sistemas operacionais da Microsoft, muito mais poderoso do que o prompt de comando clássico (o cmd.exe), pois possui suporte à todas as APIs .NET disponíveis no sistema, bem como WMI (para acessos remotos) e outros recursos interessantes. O Windows PowerShell é integrado como componente opcional do Windows Server 2008, habilitado por padrão no Windows Server 2008 R2 (exceto instalação core) e Windows 7, e pode ser baixada gratuitamente para instalação em Windows XP SP2, Windows Vista e Windows Server 2003.

Vamos iniciar.

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Modularização de programas FORTRAN


Com a existência de grandes projetos, às vezes surge a necessidade de mais de um desenvolvedor trabalhar sobre o mesmo projeto, e normalmente existe a dependência entre eles.

E como a linguagem de programação FORTRAN antes da sua versão 2003 não suportava a Programação Orientada a Objetos que permite a reusabilidade de código, o recurso utilizado era a modularização, que é incluir em tempo de compilação o conteúdo de outro arquivo de código (ou dados) dentro de um arquivo X.

Vamos iniciar com este exemplo:

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Renomeando arquivos e diretórios com C#


Olá, neste post irei mostrar como ren0mear arquivos e diretórios (pastas) via programação utilizando a linguagem C#.NET da Microsoft.

Esse recurso se torna muito útil quando é necessário renomear muitos arquivos que seguem um determinado padrão de nomenclatura, como por exemplo, ao invés de espaços nos nomes dos arquivos e pastas (ignorando os arquivos do sistema) seja inserido o caracter sublinhado (_), também conhecido com underscore. Esse será o padrão que irei utilizar como exemplo.

Para iniciar, abra o Visual Studio (pode ser também a versão Express que pode baixada neste link), crie um novo projeto Windows Forms na linguagem C# e digite o nome do projeto, neste exemplo irei inserir com o nome Renomeia_Arquivos;

Continue lendo “Renomeando arquivos e diretórios com C#”