Verificando o tamanho da base de dados no PostgreSQL


Olá, neste post irei mostrar como verificar o tamanho da base de dados no PostgreSQL.

SELECT oid,datname FROM pg_database;

Esta consulta irá retornar o OID e o respectivo nome da base de dados. Com base nestas informações iremos descobrir o tamanho ocupado pela base de dados.

Acesse o diretório onde está instalado o PostgreSQL e entre no subdiretório data/base/ (ex: /var/lib/pgsql/9.3/data/base/ no Linux)

Agora com base no OID do banco de dados obtido anteriormente verificamos o tamanho da base.

Nos sistemas Linux podemos informar o seguinte comando: du -sh <OID>/ em sistemas Windows podemos verificar com o botâo direito > Propriedades para visualizar o tamanho do diretório.

 

Até a próxima

Liberando acessos remotos PostgreSQL


Neste post mostrarei como configurar o SGDB (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) PostgreSQL para receber conexões remotas, pois por padrão o PostgreSQL somente recebe conexões locais (localhost ou 127.0.0.1) para acesso às suas bases de dados.

Inicialmente você deverá encontrar os arquivos postgresql.conf  e pg_hba.conf.

Após os encontrar, abra cada um deles em seu editor de textos preferido e localize as sequintes linhas:

No postgresql.conf vamos editar a seguinte linha

#listen_addresses = ‘localhost’ # what IP address(es) to listen on

Como em todo arquivo de configuração em programas linux, o # na frente da linha significa um comentário e com isso desabilita o parâmetro seguinte, tomando seu valor default, que no caso é localhost.  Descomente essa linha e substitua seu valor por *.  Assim seu PostgreSQL estará apto a ouvir conexões de qualquer IP. Então essa linha ficará da seguinte forma:

#listen_addresses = ‘localhost’ # what IP address(es) to listen on
Isso não quer dizer que ele estará aberto para qualquer IP da rede.  É possível criar políticas de acesso através de outro arquivo que falaremos a seguir.

Liberando conexões no arquivo pg_hba.conf
Este é o arquivo do Postgresql responsável pela liberação de usuários, hosts e bancos de dados.  Nele é possível dizer qual usuário de qual IP (ou rede) conectará a qual banco.  É possível liberar qualquer usuário para coenctar a qualquer banco, mas esta é uma regra cautelosa a ser seguida pois pode comprometer a segurança do seu servidor de bases de dados.
Por padrão o arquivo vem com a seguinte configuração:
# “local” is for Unix domain socket connections only
local all all trust
# IPv4 local connections:
host all all 127.0.0.1/32 trust
# IPv6 local connections:
host all all ::1/128 trust
Pode haver alguma variação das configurações padrões de acordo com a versão utilizada, mas geralmente é algo que represente essas informações. Basicamente elas querem dizer que todas as conexões locais podem ser realizadas por qualquer usuário do banco a qualquer banco de dados.Para liberar o acesso remoto basta criar uma nova regra seguindo o seguinte padrão:

host all all 0.0.0.0/0 trust

Com essa regra qualquer usuário de qualquer IP poderá se conectar a qualquer database.
Importante: O parâmetro trust quer dizer que não será solicitada qualquer senha para conectar ao banco de dados. Então, qualquer pessoa com acesso à sua rede poderá se conectar ao servidor PostgreSQL sem nenhuma restrição. Se a sua rede for restrita como uma turma de um curso ou um ambiente de desenvolvimento interno de empresa não há riscos, porém, é necessário possuir um ambiente de rede interno isolado.

Este parâmetro é útil quando você ainda não se conectou ao banco para criar uma senha de acesso ao usuário postgres (do banco e não do sistema operacional). Então você se conecta e reseta a senha do usuário. Logo em seguida, altere o parâmetro para md5. Assim, uma senha será solicitada ao tentar conectar-se ao servidor Postgresql.

A liberação fica da seguinte maneira:
host all all 0.0.0.0/0 md5
É possível também liberar o acesso apenas a uma rede específica:

host all all 192.168.0.0/32 md5
Ou também, informar qual usuário poderá conectar:

host all usuariodobanco 192.168.0.0/32 md5
Também informar  o banco de dados a ser conectaro por este usuário:
host bancodedados usuariodobanco 192.168.0.0/32 md5
Na regra acima, o usuário usuariodobanco poderá conectar-se apenas ao banco bancodedados apenas se estiver dentro da rede 192.168.0.0.
Bom, por hoje é só, espero que seja útil.
T+

Efetuando backup e restore no SQL Server por meio de consultas SQL


Olá, neste post mostrarei como fazer o backup e o restore de banco de dados do SQL Server por meio de scripts (consultas SQL), anteriormente eu mostrei como fazer essas operações no modo gráfico, sem ter que digitar muita coisa (neste post):

Vamos para a parte prática:

Abra seu SQL Server e crie uma nova consulta, vamos supor qu você  possua uma base de dados chamada SistemaAcademico, pode ser com qualquer base existente em seu sistema..

Digite nesta consulta as seguintes linhas para fazer o backup com compressão de dados, verificação de erros e espelhamento do backup.
Continue lendo “Efetuando backup e restore no SQL Server por meio de consultas SQL”

Conectando banco de dados SQL Server com Java JDBC


Com o advento das linguagens de programação multiplataforma, como a linguagem Java, as vezes é necessário conectar uma mesma aplicação com diversos tipos de banco de dados, neste post irei mostrar como conectar uma aplicação desenvolvida em Java com banco de dados SQL Server.

Para isso é necessário possuir um driver JDBC (Java Database Conectivity) fornecido pelo fabricante do banco de dados (no caso a Microsoft), caso você não o possua, poderá baixá-lo aqui.

Continue lendo “Conectando banco de dados SQL Server com Java JDBC”

Utilizando os principais recursos da linguagem SQL–parte 3


Para finalizar nossa série sobre os principais recursos de manipulação de dados da linguagem SQL, iremos agora tratar das seguintes funções:

 

COUNT

Como o prórpio nome diz, ela conta o número de registros de uma determinada tabela (com ou sem condicionais):

— Sintaxe

SELECT COUNT (<campo>) FROM <tabela>

— Exemplo

SELECT COUNT (nome) FROM Clientes WHERE idade > 18;

MAX

Retorna o maior valor de uma determinada coluna. Continue lendo “Utilizando os principais recursos da linguagem SQL–parte 3”

Utilizando os principais recursos da linguagem SQL–parte 2


Em continuação da nossa série sobre SQL, iniciada no post anterior, iremos agora falar sobre os operadores auxiliares do SQL:

LIKE

A instrução LIKE é utilizada como condição no comando WHERE para especificar um critério baseado em um conjunto de caracteres que pode ocorrer em um campo que possui esse conjunto de caracteres como parte de seu conteúdo. Exemplos Continue lendo “Utilizando os principais recursos da linguagem SQL–parte 2”